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Cremes e Pastas de Amendoim

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Pasta de amendoim deixou de ser "aquela coisa que o americano come no filme" e virou presença fixa na alimentação de quem treina. Faz sentido: é um dos alimentos mais completos para quem precisa de caloria de qualidade, proteína vegetal e gordura boa no mesmo pote.

 

O que é pasta de amendoim?

Pasta de amendoim é o resultado da trituração do amendoim torrado até formar uma massa cremosa ou crocante. Na versão integral, o único ingrediente é o amendoim. Outras versões incorporam whey protein, cacau, adoçantes naturais ou outros ingredientes para ampliar o perfil nutricional ou o sabor.

 

Para que serve a pasta de amendoim?

A pasta de amendoim é usada principalmente como fonte de energia de liberação lenta, proteína vegetal e gorduras monoinsaturadas na dieta de praticantes de atividades físicas. Ela contribui para a saciedade entre refeições, facilita o atingimento de metas calóricas em dietas de ganho de massa e pode ser consumida como lanche pré-treino ou em receitas.

Por 100g, a versão integral fornece em média 25 a 30g de proteína, além de magnésio, fósforo, vitamina E e gorduras insaturadas.

 

Como escolher a sua pasta de amendoim

Integral pura Feita só com amendoim torrado. Sem açúcar, sem conservantes, sem glúten. É a opção mais indicada para dietas com maior controle de ingredientes, como low carb ou protocolos mais rigorosos. Ideal para quem prefere um produto limpo e versátil.

Com whey protein Combina a gordura boa do amendoim com uma dose adicional de proteína de alto valor biológico. Muito utilizada por quem precisa bater a meta proteica diária sem recorrer a shakes. A Dr. Peanut é referência nessa categoria, com fórmulas que chegam a mais de 10g de proteína por porção.

Saborizadas Versões com chocolate, doce de leite, caramelo, cookies e outros sabores. Entregam o perfil nutricional próximo ao da integral, mas com uma palatabilidade maior para quem tem dificuldade em manter consistência na dieta. Conferir os ingredientes é importante: prefira as que usam adoçantes naturais e têm composição limpa.

Cremosa ou crocante? A cremosa dissolve melhor em shakes, vitaminas e receitas. A crocante, com pedaços de amendoim na pasta, é mais indicada para quem come puro, em iogurte ou quer mais mastigação. Nutricionalmente, são equivalentes.

 

Dúvidas frequentes sobre pasta de amendoim

Pasta de amendoim engorda?

É um alimento calórico, com cerca de 580 a 620 kcal por 100g. Fora do contexto da dieta, qualquer alimento pode contribuir para ganho de peso. Dentro de um planejamento alimentar adequado, a pasta de amendoim é uma fonte nobre de calorias, não calorias vazias.

 

Qual a quantidade ideal por dia?

A recomendação mais comum é de 15 a 30g por refeição (1 a 2 colheres de sopa), mas a quantidade ideal depende do objetivo, do gasto calórico e do restante da alimentação. Consulte um nutricionista para ajustar conforme seu protocolo.

 

O óleo na superfície do pote é sinal de problema?

Não. Nas versões integrais sem estabilizantes, a gordura natural do amendoim tende a se separar. É o sinal de um produto sem aditivos químicos de viscosidade. Basta misturar bem antes de usar.

 

Pasta de amendoim tem glúten ou lactose?

A versão integral pura não contém glúten nem lactose. As versões saborizadas ou com whey podem conter um ou ambos, dependendo da fórmula. Verifique o rótulo de cada produto.

 

Pasta de amendoim pode ser consumida antes do treino?

Sim. Por ser uma fonte de energia de liberação lenta, funciona bem quando consumida 40 a 60 minutos antes da atividade, especialmente acompanhada de uma fruta. Não é recomendada imediatamente antes de treinos intensos por conta do tempo de digestão.

 

Qual a diferença entre as versões cremosa e crocante?

A diferença é de textura e experiência de consumo. A cremosa é mais versátil para receitas e shakes. A crocante tem pedaços de amendoim na composição, entregando mais mastigação e uma sensação de saciedade ligeiramente maior.

 


Referências científicas

Ros E. Health benefits of nut consumption. Nutrients. 2010. Jiang R, et al. Nut and peanut butter consumption and risk of type 2 diabetes. JAMA. 2002. Carreiro DM. Como o corpo funciona. Editora Alaúde, 2015.

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